Fórum SETCERGS | FEDERASUL reúne lideranças para diálogo sobre as rodovias
assessor de ministro no STJ, atuando como uma figura central no setor de concessões rodoviárias do Brasil, disse que o Rio Grande do Sul deve analisar o que vem ocorrendo em outros estados como São Paulo, Minas Gerais Paraná e Mato Grosso, que já estão adotando políticas de concessões de rodovias estaduais e recebendo investimentos que certamente o poder público não teria como realizar, que possibilitam o desenvolvimento econômico e a geração de riqueza. “Esse é o caminho que o RS deve escolher ou vai perder mais uma década de crescimento”.
O dirigente destacou o exemplo de Minas Gerais que possui a maior malha rodoviária do país, com quase 30 mil quilômetros de rodovias, lembrando que o processo de concessão teve início com a tragédia do rompimento da Barragem de Brumadinho em 2019 e que deu início a reconstrução do estado. “Chegou a hora de desmistificar as concessões. Se não fossem elas, não teríamos como sustentar uma política de investimentos necessários para promover o desenvolvimento do estado”, argumentou.
Marco Aurélio Barcelos acredita que um programa de concessões representa a decretação da independência dos estados pois abre uma janela de oportunidades para todos. Acrescentou que não há mais espaço para empréstimos internacionais para financiar obras de infraestrutura como se fez no passado.
Para o presidente da Associação, o Rio Grande do Sul precisa pensar no futuro e adotar uma posição estratégica. Destacou que nove das 10 melhores rodovias do Brasil são concedidas e que um estudo apontou ainda que é três vezes mais seguro andar numa estrada concedida. “Nos últimos anos houve uma redução de 65% no número de tragédias”.



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