coletiva de imprensa Federasul A virada do agro no ano que vem

atender não apenas à demanda por alimentos, mas também por energia. Na avaliação dele, esse movimento tende a ganhar força no Estado, impulsionado pela disponibilidade de matérias-primas como milho e cana, e pela crescente demanda global por fontes renováveis.” Essa  expansão exige equilíbrio, já que a destinação de grãos para energia pode influenciar a oferta de alimentos, reforçando a necessidade de ganhos de produtividade para sustentar ambos os mercados”, enfatizou.

         Ao receber o convidado, o presidente da FEDERASUL, Rodrigo Sousa Costa, lembrou que o Rio Grande do Sul se movimenta a partir do agro, que nos últimos cinco anos vem sofrendo fortes impactos devido às estiagens e tragédias climáticas. Apesar das dificuldades, o agronegócio brasileiro e gaúcho é pujante e forte. E poderia crescer mais ainda se o país tivesse mais estabilidade econômica. “Os produtores rurais do estado ainda estão tentando amortecer os prejuízos e sofrem impedidos de desenvolver seu potencial diante da falta de crédito”, argumentou.

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